Mebadon — O Mago Dragão na Terra dos Imortais
Volume I — O Despertar
No limiar entre mundos, um mago dragão descobre que a imortalidade não é fim — é começo.
consciencia
Aetheris não é um lugar. É uma forma de ver. Em uma narrativa que se dobra sobre si mesma com a precisão de um origami e a fluidez de um sonho, Os Olhos de Aetheris acompanha uma personagem que desperta para uma capacidade incomum: a de perceber as camadas invisíveis da realidade — não como poder sobrenatural, mas como uma forma diferente de atenção. A jornada é íntima e expansiva ao mesmo tempo. O livro explora os territórios entre o que vemos e o que sentimos ser verdadeiro, entre a narrativa que contamos de nós mesmos e a que poderia existir se desistíssemos de ser coerentes com o passado. Os Olhos de Aetheris é, em sua essência, uma meditação sobre percepção. Uma pergunta vestida de romance: e se o que nos limita não é a realidade, mas os olhos com que a vemos?
Trecho de leitura
Aetheris não dizia o que via. Não porque fosse segredo — mas porque algumas visões só existem enquanto não são nomeadas. Havia uma luz no centro de cada coisa. Não metaforicamente. Literalmente: uma luminosidade que não dependia de sol, de fogo, de nenhuma fonte externa. Como se os objetos — as cadeiras, as palavras, as pessoas — carregassem dentro de si a memória de quando foram ideia antes de serem coisa. — O que você está olhando? — perguntaram a ela uma vez. — Estou olhando o que está antes — respondeu Aetheris. Ninguém entendeu. Mas ela havia aprendido que compreensão e reconhecimento são coisas diferentes. E que algumas pessoas só precisam que alguém olhe por elas aquilo que elas ainda não conseguem ver.
Volume I — O Despertar
No limiar entre mundos, um mago dragão descobre que a imortalidade não é fim — é começo.
Volume II — A Transformação
A travessia continua — e desta vez, o maior obstáculo não está no caminho, está dentro.
Volume III — A Maestria
Toda trilogia tem um fim. Mas alguns fins são, na verdade, a primeira página de algo que não tinha nome ainda.