Mebadon — O Mago Dragão na Terra dos Imortais
Volume I — O Despertar
No limiar entre mundos, um mago dragão descobre que a imortalidade não é fim — é começo.
travessia-interior
Volume III — A Maestria
O terceiro volume da Trilogia Mebadon chega ao que poderia ser chamado de conclusão — se conclusão fosse a palavra certa. É mais uma integração: todos os fios narrativos, todos os personagens, todos os mundos visitados ao longo da jornada convergem não para uma batalha final, mas para um reconhecimento final. Mebadon não precisa mais provar nada. Nem ao mundo, nem aos imortais, nem a si mesmo. O que resta é a pergunta que sempre esteve no centro de tudo: o que significa estar completamente presente em uma existência que é, por natureza, temporária? A resposta de Volume III não é simples. É múltipla, paradoxal, aberta. Como toda boa ficção filosófica, o livro termina com o leitor diferente de como começou — sem saber exatamente quando e como a transformação aconteceu.
Trecho de leitura
No final, o dragão não tinha mais asas. Não porque as tivesse perdido — mas porque havia compreendido que voar não era uma habilidade. Era uma lembrança. E lembranças, diferente de habilidades, não se perdem quando o corpo que as carregou finalmente repousa. Mebadon olhou para o horizonte que nunca havia sido apenas horizonte. Era o limiar — aquele lugar onde o que existe e o que ainda não existe compartilham o mesmo instante de possibilidade. Ele deu um passo. Não era um passo à frente. Era um passo para dentro.
Volume I — O Despertar
No limiar entre mundos, um mago dragão descobre que a imortalidade não é fim — é começo.
Volume II — A Transformação
A travessia continua — e desta vez, o maior obstáculo não está no caminho, está dentro.
Há olhos que não enxergam o mundo como ele é — enxergam o mundo como ele poderia ser.