Mebadon — O Mago Dragão na Terra dos Imortais
Volume I — O Despertar
No limiar entre mundos, um mago dragão descobre que a imortalidade não é fim — é começo.
consciencia
A Jornada Paradoxal do Ser é o livro mais filosófico do catálogo — e, ao mesmo tempo, o mais narrativo. Como se Hermann Hesse e Zhuangzi tivessem escrito um romance juntos sem nunca se encontrarem. A narrativa acompanha um ser sem nome específico — referido apenas como O Ser — em uma jornada que atravessa paisagens, encontros e revelações que desafiam qualquer narrativa linear. Cada capítulo é um paradoxo. Cada resolução gera uma nova pergunta. O livro não ensina. O livro não resolve. O livro cria as condições para que o leitor encontre, dentro de si mesmo, aquilo que sempre soube mas nunca havia formulado. É uma obra que só pode ser completamente lida após ser relida — porque o leitor que a termina não é o mesmo que a começou, e a segunda leitura revela camadas que o primeiro leitor simplesmente não estava pronto para ver.
Trecho de leitura
O paradoxo não é um problema a resolver. É uma porta disfarçada de parede. O Ser havia aprendido isso cedo — ou tarde, dependendo de qual perspectiva do tempo se adotasse. Havia tentado, por muito tempo, encontrar a saída pelo caminho mais lógico. Havia mapeado o labirinto, catalogado suas curvas, memorizado seus becos sem saída. E então, num instante que não teve duração, percebeu: Não havia labirinto. Havia apenas uma decisão entre continuar tentando sair de alguma coisa ou começar a entrar em outra. O Ser parou. Respirou. Olhou ao redor não como alguém perdido, mas como alguém que havia acabado de chegar. O mesmo lugar. Completamente diferente.
Volume I — O Despertar
No limiar entre mundos, um mago dragão descobre que a imortalidade não é fim — é começo.
Volume II — A Transformação
A travessia continua — e desta vez, o maior obstáculo não está no caminho, está dentro.
Volume III — A Maestria
Toda trilogia tem um fim. Mas alguns fins são, na verdade, a primeira página de algo que não tinha nome ainda.